"Para ser grande, sê inteiro: Nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes..." Fernando Pessoa
domingo, 24 de agosto de 2008
Mamma Mia estreia-se fora dos cinemas
A estreia cinematográfica de Mamma Mia!, o musical com os temas dos ABBA, está agendada para o próximo dia 4 de Setembro. Mas os habitantes de várias terras portuguesas já podem assistir ao filme antes do resto do país. Em projecção digital, várias aldeias, que partilham uma característica em comum: não possuem quaisquer salas de cinema, vão ter oportunidade de ver a longa metragem.
A ideia era originalmente diferente, como confessou a representante da Lusomundo, Isabel Lima. «Tínhamos planeado fazer uma grande antestreia do filme numa praia, mas devido ao enorme sucesso que o filme teve na Grécia, precisamente com sessões ao ar livre, embarcámos nesta loucura».
Digressão de apresentação vai terminar na Fortaleza de Cascais, a 2 de Setembro
Estas sessões começam sempre pelas 21h00, e vão ser seguidas por um conjunto de festas temáticas, «que terão início pelas 23.00», depois dos créditos finais. Convém porém referir que estas festas não são mais que uma série de sessões de karaoke temáticas, centradas nas músicas dos ABBA, e cuja entrada é livre, dispensando a apresentação de convite.
Mónica Sintra é o nome mais sonante da festa da aldeia de Cortegaça, em Ovar, agendada para 25 de Agosto. Em S. Martinho do Porto, a 27 de Agosto, os Linda Martini são o grande destaque musical. No dia 29, a Vila de Óbidos recebe Nuno da Câmara Pereira, Lena d'Água ou o músico Gomo, por exemplo. E, em S. Teotónio, nos arredores de Odemira, vão estar, a 31 de Agosto os músicos Fernando Cunha, dos Delfins, e Flak, dos Radio Macau.
A digressão de apresentação vai terminar na Fortaleza de Cascais, a 2 de Setembro, numa festa que pretende evocar a música e o imaginário dos ABBA e que contará com a participação de artistas como José Cid, Vicious Five Fonzie.
«Wall.E»: Este robô é mais sensível do que qualquer homem

É a nona longa-metragem da Pixar e, nove vezes depois, um dos seus filmes volta a surpreender ao nível da animação, do argumento e, sobretudo, no que diz respeito à empatia que as personagens conseguem gerar. Desta vez, o objecto inanimado/ser que geralmente não tem grande vida é um robô de nome Wall.E, deixado para trás quando humanidade partiu da Terra, esgotada e em iminente destruição, e se esqueceu de o desligar.
Logo a abrir, a longa cena tão encantadora quanto impressionante que tem o intuito de dar a conhecer Wall.E, apresenta-o como um compactador de lixo solitário que todos os dias continua a fazer o trabalho para que foi programado, tendo apenas a companhia do seu animal de estimação: uma barata.
Mas é em cada final de dia que ele se revela no interior da sua casa improvisada onde arrecada todos os pedaços de objectos que vai recolhendo e o leitor de VHS que passa vezes sem conta uma cópia de Hello Dolly. É Eve, a robô com vestuário de iPod, quem vai chegar à Terra para quebrar a rotina de Wall.E e levá-lo numa viagem apaixonante por um amor electrónico.
A fita é realizada por Andrew Stanton, o mesmo que nos trouxe À Procura de Nemo ou Uma Vida de Insecto e conta com a participação de Ben Burtt a dirigir os efeitos sonoros, o histórico responsável, por exemplo, pela voz do pequeno robô de A Guerra das Estrelas, R2-D2.
O filme, com muito poucos diálogos e uma mensagem (ecológica) muito mais forte do que as de todos os outros filmes da Pixar, é, sem dúvida, o mais arriscado do espólio. É precisamente esse risco que o coloca num patamar transcendente. Sente-se, a cada passo, a inexistência de entraves criativos e um trabalho pensado por várias cabeças em sintonia. E o resultado não podia parecer melhor. Wall.E arranca rótulos e liberta-se de definições para se candidatar à lista de melhores filmes do ano, sejam ou não de animação. Não há quem se vá esquecer desta máquina, a mais terna, sincera e genuína do ano cinematográfico.
Segway
Jogos Olimpicos Pequim 2008
Portugal apenas consegiu 2 medalhas.
Nelson Évora, ouro no triplo saltoA Missão de Portugal chegou a Pequim com uma dezena de atletas aspirantes a medalhas, mas a verdade é que só dois o conseguiram, um ficou a um traumatizante ponto e o resto ficou bem aquém do que sonhava.
Cientistas criam neurónios em laboratório
«Pela primeira vez, temos acesso a um fonte ilimitada de neurónios específicos do córtex», referiu um investigador.
Nicolas Gaspard, da Universidade Livre de Bruxelas, descobriu que as células embrionárias «podem ser transformadas em neurónios de acordo com um mecanismo simples e eficaz, resumindo a essência da complexidade do córtex cerebral, mas dentro de caixas de cultura celular».
Nos testes, esses neurónios foram transplantados para cérebros de ratos. Um mês depois, após exames, os cientistas constataram estarem ligados ao cérebro, tornando-se funcionais.
A equipa classifica a descoberta como «uma ferramenta inovadora de investigação», que poderá ser utilizada para testar novos medicamentos.
A longo prazo, abre também a perspectiva de transplantes intracerebrais contra doenças degenerativas, vasculares cerebrais ou traumas que afectam o córtex.
O trabalho, realizado pela equipa de Pierre Vanderhaeghen, da Universidade Livre de Bruxelas, com Afsaneh Gaillard, da Universidade francesa de Pitiers, foi publicado na revista científica Nature.
sábado, 23 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Quando atua o Sniper?
Num cenário em que são feitos reféns, a "análise de risco é complica e tem em conta uma série de factores: o local de actuação (uma habitação, um telhado, etc.), o número de alvos e de reféns, as armas, número de efectivos policiais, os equipamento e a facilidade de os manobrar".
A primeira fase da intervenção policial é sempre a negociação, feita por uma equipa que transmite as informações ao posto de comando, o negociador trabalha directamente com o alvo e transmite todas as informações ao posto de comando, que as analisa. Depois alguém decide o que fazer, mas sem comunicar ao negociador.
Quando o diálogo falha, cabe ao posto de comando tomar decisões e dar a ordem ao sniper para actuar quando "tiver o quadro limpo". É o sniper que decide o momento de disparar. O sniper só actua quando não há qualquer risco para o refém. Através da mira telescópica, este consegue ver tudo ao pormenor, inclusive onde está o dedo do sequestrador no gatilho da arma.
Quando o tiro é frontal, o alvo de um sniper é a cavidade crânio-orbital, um triângulo que vai da linha das sobrancelhas à base do nariz. O projéctil atravessa o crânio e o cérebro e acerta no tronco raquidiano, desligando completamente a máquina humana. Este é o tiro ideal.
Um bom atirador é alguém que tem muita calma e sangue frio para não deixar o cérebro parar. Junta-se a estas características um grande à vontade com o manuseamento de armas e a confiança adquirida nos intensos treinos diários.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Proverbios do mês
Agosto tem a culpa, e Setembro leva a fruta.
Agosto, água no rosto
Agosto, candeeiro posto
Agosto, frio no rosto
Em Agosto aguilhoa o preguiçoso.
Em Agosto há bulha o preguiçoso.
Em Agosto toda a fruta tem seu gosto.
Em Agosto, antes vinagre do que mosto.
Em Agosto, nem vinho nem mosto.
Não é bom o mosto colhido em Agosto.
Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear.
O mês de Agosto arremeta os outros
O mês de Agosto será gaiteiro, se for bonito o 1º de Janeiro.
Por Santa Maria de Agosto repasta a vaca um pouco.
Primeiro de Agosto, primeiro de Inverno.
Quando chove em Agosto, não metas teu dinheiro em mosto.
domingo, 27 de julho de 2008
A UlTiMa LiÇão
Morreu o professor norte-americano de informática que padecia de cancro no pâncreas e que ficou famoso por ter dado uma palestra onde explicava como ia enfrentar a doença.
A luta contra o cancro de Randy Pausch foi publicada no livro "A Última Lição", escrito por um jornalista do Washington Post. A obra foi publicada em 32 países e vendeu mais de cinco milhões de exemplares.
O professor ganhou notoriedade quando, numa palestra, informou os alunos que poderia morrer em breve. Na universidade onde dava aulas existe uma tradição na qual os professores, em fim de carreira, podem “fingir” que estão a morrer e transmitem "as lições de vida" aos alunos.
Randy Pausch tinha 47 anos e morreu na sua casa de Virgínia, nos Estados Unidos. Foi considerado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time.
O cancro no pâncreas foi-lhe diagnosticado em Agosto de 2006. Pausch começou um tratamento pesado, à base de técnicas experimentais de quimioterapia.
Um ano depois, o professor informou publicamente que o cancro era terminal. Começou um novo tratamento com quimioterapia. Os médicos deram-lhe mais três a seis meses de vida
Deficientes vivem "situações dramáticas"
O CNOD anunciou que vai solicitar audiências aos presidentes da República, da Assembleia da República, Primeiro-ministro, ministro do Trabalho e Solidariedade Social, grupos parlamentares e partidos políticos para denunciar o problema.
"Vamos denunciar junto dos órgãos de poder e dos partidos que as pessoas com deficiência estão a atravessar situações muito drásticas, pois é impossível viver-se apenas com seis euros por dia", frisou Carlos Costa, salientando o aumento do custo de vida.
O responsável máximo do CNOD, que agrupa 35 associações filiadas, lamenta a falta de oportunidades de trabalho para as pessoas com deficiência e o "desinteresse total por uma camada da população que está à beira da pobreza, se não passou já o limiar da pobreza".
"As pessoas com deficiência lutam por ter um trabalho digno, não querem viver do subsídio mas sim do trabalho, só que na sociedade portuguesa não têm oportunidades de trabalho e quando as têm são sempre as primeiras a serem despedidas", afirma Carlos Costa.
"Este factor cria muita instabilidade na família de uma pessoa com deficiência e como tal não podemos pactuar com essa situação", sublinha, relatando que chegam "de todo o país ecos das situações dramáticas que atravessam presentemente".
"Basta ver nos principais centros das nossas cidades o aumento considerado de pessoas com deficiência que andam a pedir na rua. A caridade, o pedido e a mendicidade não é solução, nós queremos trabalho, porque queremos participar activamente na sociedade", acrescenta Carlos Costa.
O presidente do CNOD considera que se não conseguirem trabalho têm "de ter uma pensão que seja o suporte efectivo para se viver com dignidade", enfatizando que "com seis euros por dia ninguém consegue viver com dignidade".
Quando forem concedidas as audiências, o dirigente associativo pretende "sensibilizar os responsáveis políticos do país que, numa sociedade, ninguém pode ficar de costas voltadas para este problema e têm de o encarar e encontrarem soluções".
"Nós temos propostas em vários domínios e queremos partilhá-las", refere Carlos Costa.
Segundo o responsável do CNOD, existe em Portugal cerca de um milhão de pessoas com deficiência, a maioria com condições para trabalhar "desde que lhes dêem condições e oportunidades".
Charcot-Marie-Tooth – Avanços científicos
A “curcumina”
A “curcumina” é extraída do rizoma de Curcuma Longa, e do pigmento amarelo do caril.
A administração de “curcumina” resulta num maior número e tamanho de axônios mielinizados nos nervos ciático, levando a uma melhor performance motora
A "curcumina" desenvolve assim os teores de mielina e melhora a força e a coordenação motora.
Os últimos estudos sugerem que a “curcumina” possui um elevado potencial terapêutico em determinadas áreas de neuropatias periféricas geneticamente herdadas.
In Jornal Americano de Genética Humana, 2005
O ácido ascórbico (vulgarmente conhecida por vitamina C)
Um recente e promissor estudo demonstrou de forma inequívoca que o ácido ascórbico (vulgarmente conhecida por vitamina C) impede a progressão e inverte mesmo a doença de Charcot-Marie-Tooth em ratinhos. Esta descoberta de cientistas franceses datada de Abril de 2004 e posteriormente testada em humanos, aguarda neste momento uma licença a nível europeu para poder ser comercializado na dose necessária.
O onapristone
Dados científicos forneceram prova de que o receptor de progesterona em células Schwann formadoras de mielina é um alvo promissor para a terapia farmacológica do CMT-1ª.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Trailer de "Batman - O Cavaleiro das Trevas"
O filme já fez sucesso nos Estados Unidos, onde teve o maior lançamento de todos os tempos. Há quem aposte que vai superar o recorde de bilheteiras de "Homem-Aranha 3".
livro "Maddie, A Verdade da Mentira"
Na véspera do lançamento do livro, Gonçalo Amaral, o ex-inspector da Polícia Judiciária inicialmente responsável pela investigação, acredita que a menina inglesa morreu no quarto e que os pais não estão isentos de culpa.“Madeleine McCann morreu no apartamento 5ª do Ocean Club, na Vila da Luz, a 3 de Maio de 2007”, escreve Gonçalo Amaral, segundo os resultados obtidos pela equipa de investigação do caso até Outubro de 2007.
“Ocorreu uma simulação de rapto” e os pais, Kate e Gerry, “são suspeitos de envolvimento na ocultação do cadáver da sua filha”, acrescenta o ex-inspector da PJ.
O autor salienta que “a morte poderá ter sobrevindo em resultado de um trágico acidente” e que foram detectados “indícios de negligência na guarda e segurança dos filhos”.
Um facto é que “há um cadáver não localizado, constatação validada pelos cães ingleses (…) e corroborado pelos resultados laboratoriais preliminares”.
Nas suas conclusões, Gonçalo Amaral salienta ainda que “a tese de rapto é defendida desde a primeira hora pelos pais de Maddie” e que no seio do grupo de amigos que passava férias no Ocean Club apenas Kate e Gerry disseram que a janela do quarto da menina estava aberta.
“O conjunto de depoimentos e testemunhos evidenciam um elevado número de imprecisões, incongruências e contradições (..), em particular, o depoimento-chave para a tese do rapto, o de Jane Tanner (…) tornando-se ambíguo e desqualificando-se”. Foi esta cidadã inglesa que disse ter visto um homem com uma menina ao colo na noite de 3 de Maio de 2007.
"Contribuir para a descoberta da verdade material"
“Este livro surge da necessidade que senti de repor o meu bom nome que foi enxovalhado na praça pública sem que a instituição a que pertencia há 26 anos, a Polícia Judiciária, tenha permitido que me defendesse ou que o fizesse institucionalmente. (…) Mais tarde fui afastado da investigação”, começa por explicar Gonçalo Amaral.
“Este livro tem ainda um propósito maior. O de contribuir para a descoberta da verdade material e a realização da justiça”, refere, salientando que o conteúdo “em nenhuma circunstância põe em causa o trabalho” dos colegas da PJ “nem compromete a investigação em curso”.
Na nota inicial, Gonçalo Amaral indica que “o leitor encontrará dados que desconhece, interpretações dos factos e, naturalmente, interrogações pertinentes”, frisando que uma investigação criminal “não se deve preocupar com o politicamente correcto”.
“Casal tratado com pinças”
A capa do livro, publicado pela editora Guerra e Paz, assemelha-se a uma capa processual, com a inscrição “Confidencial” a vermelho e a simulação de uma foto tipo-passe de Maddie presa com um clip.
As primeiras linhas não se situam a 3 de Maio de 2007, quando teve início o “caso Maddie”, mas em Fevereiro de 2008, data da publicação de uma entrevista na qual o então director nacional da PJ considera que houve precipitação na constituição do casal inglês como arguido. O autor confessa que teve o “pressentimento” de que a declaração pretendia “preparar a opinião pública para o inevitável, ou seja, o fim da investigação e o arquivamento do inquérito”.
Gonçalo Amaral diz que houve “campanhas de desinformação que visaram descredibilizar a investigação criminal”. “Para mim a investigação estava morta desde 2 de Outubro de 2007”, quando foi afastado da PJ e se fizeram “diligências para cumprir calendário, um pouco para inglês ver.”
O autor questiona a relação entre o casal McCann e a polícia inglesa, após a constituição como arguidos. “Causou-nos sempre estranheza a forma como o casal era tratado (…) e a informação policial a que eventualmente acederam”.
“O erro foi termos tratado o casal ‘com pinças’”, lê-se, pelo facto de Kate e Gerry só terem sido constituídos arguidos quatro meses após o início da investigação.
Logo na manhã de 4 de Maio, antes de receberem informação pedida à polícia inglesa sobre os McCann, os investigadores receberam a visita do embaixador inglês. “Não é normal esta preocupação da diplomacia inglesa. Quem é este casal? Quem são os amigos?”, questiona o autor. Também “não é normal que comuns cidadãos a quem uma filha acabou de desaparecer nomeiem assessores de imprensa”, perante o mediatismo que o caso começava a ganhar.
Estranha descontracção de Gerry
Ao longo das 214 páginas, Gonçalo Amaral lembra questões que ficaram sem resposta - os berços dos gémeos estavam sem lençóis na noite do desaparecimento de Maddie, foram apagados registos de chamadas de telemóvel entre Kate e Gerry, os registos médicos de Maddie pedidos a Inglaterra que não foram atendidos, etc. - e algumas diligências que não avançaram para que o casal não fosse exposto perante o julgamento da opinião pública - como a reconstituição dos factos da noite de 3 de Maio e o pedido de escutas telefónicas.
Em Maio, "sentimos que Kate estaria na disposição de, sem se comprometer, indicar o local onde o corpo da sua filha estava" e, "segundo a própria viria a afirmar, tais dados tinham-lhe sido fornecidos por pessoas com poderes psíquicos ou para normais". Referiu então um colector de esgotos que desemboca na praia da Luz e os penhascos a nascente daquela praia. Cães ingleses detectaram, em Julho, odor a cadáver e vestígios de sangue no apartamento e no veículo alugado pelo casal.
Mencionando os diversos avistamentos da menina em inglesa que foram chegando de diferentes países e se revelaram infundados, Gonçalo Amaral conta um episódio, datado de Junho de 2007.
Um homem na Holanda exigiu um resgate de dois milhões de euros, com um adiantamento de 500 mil euros. Os contactos entre Gerry e o homem decorreram através de email numa sala da PJ de Portimão. Quando se aguardava a indicação das condições e local da entrega do dinheiro "a tensão na sala era grande".
"Ao contrário, a postura descontraída" de Gerry "constratava com a ansiedade dos polícias e deixava intrigados todos os investigadores". O pai de Maddie "chupava descontraidamente um chupa-chupa enquanto lia banalidades em sites da Internet e discutia rugby e futebol com um dos polícias ingleses", revela o autor. Mais tarde o indivíduo foi detido e a pista revelou-se falsa.
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